Categoria: Márcia Mattos

Comportamentos e Técnicas de Previsão

Quando as pessoas vão em busca de um astrólogo para saberem alguma previsão em relação às suas vidas, o profissional se concentra em realizar essas previsões voltadas para fatos, acontecimentos e tendências que estão para acontecer na vida do indivíduo. Por outro lado, é fundamental que junto com esse relato de possibilidades, fatos e eventos haja uma orientação para que a pessoa se prepare melhor para essas passagens planetárias.

É fundamental explorar as possibilidades positivas apontadas para determinada passagem de um ciclo planetário, assim como tomar providências para minimizar ao máximo os efeitos, danos e obstáculos sugeridos pelas passagens dos ciclos planetários mais desafiadores.

Numa passagem de Júpiter muito auspiciosa pelo Sol, Ascendente ou determinada Casa no mapa, por exemplo, é necessário ter um comportamento voltado para explorar novos horizontes. Abrir a mente e o coração, sair da inércia, explorar novas possibilidades, circuitos, ambientes, geografias, conhecimentos, além de se aventurar mais são posturas que ajudam a pessoa a receber os benefícios desse ciclo.

Por outro lado, se a pessoa vai ter uma passagem mais delicada (como a de Saturno), o comportamento deve ser o de preparo para ciclos mais magros, enxugando um pouco as despesas, moderando ambições, cortando gastos. Deve também ampliar o nível de esforço, determinação, competência, adquirindo maior qualificação na área de atuação, se envolvendo com mais vigor em suas atividades e objetivos, com austeridade e dedicação. Deve-se munir de paciência e determinação para enfrentar os desafios que esse ciclo vai trazer.

Outro exemplo é o Ciclo de Urano, quem se prepara para essa passagem deve ter um pouco mais de disposição para inovar, se desprender de determinadas situações e pessoas, a fim de buscar um caminho de curiosidade, disponibilidade, liberdade e autonomia.

Essas são algumas dicas para pessoas que buscam uma orientação em relação a passagem de determinados Ciclos Planetários. Você pode conferir esse tema com mais detalhes no Curso de Formação em Astrologia da Cia dos Astros: www.ciadosastros.com.br

A importância das casas astrológicas

O que você prioriza na sua vida quando precisa tomar uma decisão importante? O dia só tem 24h, então é evidente que é impossível dar a mesma atenção a tudo aquilo que importa pra nós. Na astrologia existem 12 casas astrológicas, que representam 12 diferentes áreas da vida.

Existem algumas áreas do mapa natal que estão mais ocupadas e preenchidas com planetas ou pontos e, por isso, naturalmente recebem nossa maior atenção. Isso se dá pelo posição dos planetas, como a Lua, por exemplo, que é um planeta que revela em qual área da vida somos abastecidos emocionalmente.

O posicionamento de planetas que estão em uma área do mapa fazendo ou recebendo ligação e aspectos com vários outros planetas do mapa natal, também acabam gerando muita atenção para a área onde se encontram. Dessa forma, essas casas astrológicas que representam assuntos específicos da nossa vida acabam recebendo mais foco ou gerando eventos que acabam nos conduzindo para os assuntos representados por estas casas.

Sempre que houver uma decisão importante a ser tomada devemos considerar a casa do mapa natal que está mais ocupada, porque é esta área que não se pode deixar de dar importância. Por exemplo, se a pessoa tem a casa 4 relevante no mapa, com presença de planetas, não deve tomar decisões importantes sem levar em consideração a sua família  (de origem ou de coração). É preciso saber se esta família está de acordo, se foi incluída, se pode ser afetada ou se pode ser prejudicada por este projeto que está para ser executado. Por outro lado, se a pessoa tem a casa 5 relevante no seu mapa não há como deixar de lado o prazer em sua vida, aquilo que ela simplesmente adora fazer; não importa a natureza da oferta que esteja em pauta: amor, gratificação e prazer é que não podem faltar.

Já se a pessoa tiver a casa 7 proeminente, não deve tomar atitudes significativas que excluam o parceiro das suas escolhas, porque a companhia e os relacionamentos são extremamente importantes para esta pessoa.

Outro exemplo mais complexo é ter a casa 12 ocupada por planetas relevantes no seu mapa. Não importa o que esteja em jogo na vida desta pessoa, ela não deve deixar de tirar alguns minutos durante o dia ou durante a semana para olhar para dentro de si, para refletir sobre o que sente, ficar um pouco mais quieta e isolada para se organizar internamente. Além de averiguar no seu íntimo se a decisão que foi tomar faz sentido para a sua vida. Essas são algumas dicas baseadas na fala de Márcia Mattos e esse conteúdo faz parte do Curso de Formação em Astrologia da Cia dos Astros!

Inscreva-se no Canal da Cia dos Astros e fique por dentro desse vasto mundo da Astrologia: www.ciadosastros.com.br

Como funciona a técnica da sinastria? Descubra com o exemplo de Vênus!

Vamos continuar falando de compatibilidade? No post anterior abordamos a técnica da sinastria com o exemplo de Mercúrio. O nosso exemplo de hoje será Vênus.

Compatibilidade é um dos assuntos que mais interessa, obviamente, porque todos querem saber sobre os níveis de compatibilidade para negócios ou relacionamentos amorosos. A Sinastria é o campo da Astrologia que trabalha especificamente com este assunto. É a técnica astrológica através da qual é possível fazer uma série de apontamentos sobre as convergências e divergências existentes entre duas pessoas.

Vênus fala de afetividade e amor, que é um dos pilares de relacionamentos. Pois bem, se compararmos Vênus de duas pessoas conseguimos identificar o nível de compatibilidade amorosa entre elas.

Não quer dizer que uma pessoa não gosta da outra ou vice-versa, em muitos casos se amam. No entanto, o tipo de amor, aquilo que faz com que a pessoa se sinta amada ou a intensidade do amor ou a forma de manifestá-lo, pode não ser exatamente aquilo que faz com que o outro se sinta amado. Por exemplo, Vênus de uma pessoa no signo de Escorpião em relação Vênus de outra pessoa no signo de Aquário. Escorpião tende a ser muito intenso em seus relacionamentos e pedir provas de amor e paixão constantes. Por vezes até enxerga a paixão como sendo a única manifestação de amor, com frases do tipo “fulano não é apaixonado.”, “eu estou apaixonado”, “eu não estou apaixonado”. Aquário, por sua vez, é light. Ou seja, quem ama deixa livre. Imaginem essas duas pessoas se amando e se relacionando, com essas características de demonstração de afeto tão divergentes?

Isso é só um exemplo do que pode ser estudado e entendido nas formas das pessoas se amarem e os seus respectivos níveis de compatibilidade ou incompatibilidade. O estudo da sinastria faz parte do currículo do Curso de Formação em Astrologia da Cia dos Astros!

Curtiu? Este é um post baseado nas falas de Márcia Mattos, da Companhia dos Astros.

Inscreva-se no Canal da Cia dos Astros e fique por dentro desse vasto mundo da Astrologia: www.ciadosastros.com.br

Como funciona a técnica da sinastria? Descubra com o exemplo de Mercúrio!

Hoje vamos falar sobre um aspecto muito interessante da nossa vida, que é a nossa boa relação (ou não) com as outras pessoas. Já reparou como tem pessoas ao nosso redor com quem temos uma facilidade muito grande para nos relacionar e, ao contrário também, pessoas que precisamos fazer um pouco de esforço para conviver ou nos relacionar?

Através de uma técnica astrológica, chamada Sinastria, é possível desenvolver um estudo para avaliar o nível de compatibilidade entre duas pessoas e, mais do que isso, que áreas são compatíveis e que áreas são divergentes.

Ninguém se dá 100% bem, nem 100% mal com alguém. O que existe são pontos com maior encaixe e fluência e pontos que provocam divergência. Como funciona essa técnica? Verificamos como cada um dos planetas no mapa de uma pessoa toca os planetas de outra pessoa, assim fica muito evidente pontuar que funções da personalidade (planetas) afetam positivamente ou desarmonicamente as funções da outra personalidade.

Mercúrio, por exemplo, é um dos pontos principais de afinidade e até mesmo de
durabilidade das relações, amorosas, familiares, de amizade e profissionais. Mercúrio tem a ver com o diálogo, entendimento, afinidades de pensamentos, pontos de vista convergentes ou divergentes. Quando Mercúrio de determinada pessoa faz um bom contato ou um com o Mercúrio de outra pessoa (Mercúrio em Aries de uma pessoa e Mercúrio em Leão ou gêmeos de outra pessoa). Toda essa parte de diálogo, entendimento e afinidades de pensamentos ajudam a relação com muita facilidade. Às vezes, com poucas palavras essas pessoas já captam o nosso pensamento ou o ponto de vista é próximo, ressaltando as afinidades na conversa, o “falar a mesma língua”.

Em contrapartida, se temos Mercúrio fazendo um aspecto tenso com o outra pessoa a sensação é bem diferente. Por exemplo, Mercúrio em Aquário e outra pessoa com Mercúrio em Leão, ou uma pessoa com Mercúrio em Escorpião e outra, em Touro. Existe uma divergência de pontos de vista e pensamentos muito grande, dando a impressão de que precisamos de um tradutor ou intérprete pra conversarmos com uma pessoa. Todo mundo nos entende, mas essa pessoa especificamente diz que não entendeu a maneira como falamos e o assunto vira uma bola de neve. A comunicação só piora essas divergências. Quanto mais essas pessoas conversam, mais se desentendem. Isso já aconteceu com você?

Nos próximos posts, vamos falar sobre outras funções planetárias muito interessantes (como Vênus, Marte, Júpiter) e vamos explicar como a interação de um planeta de determinada pessoa com o de outra pode gerar um enorme bem-estar; O objetivo de todas as relações, ou pontos de atrito que, por vezes, podem até mesmo inviabilizar relacionamentos.

Sinastria é a técnica que estuda a natureza das compatibilidades e faz parte do Curso de Formação da Cia dos Astros, formada por Márcia Mattos, Carlos Hollanda e Sérgio Pupo.

Curtiu? Este é um post baseado nas falas de Márcia Mattos, da Companhia dos Astros.

Inscreva-se no Canal da Cia dos Astros e fique por dentro desse vasto mundo da Astrologia: www.ciadosastros.com.br

A curiosa e interessante técnica da astrocartografia

A astrologia tem um universo muito rico de temas, isso não é segredo para ninguém. Mas você sabia que existe um lugar no mundo certo para você? Hoje vamos falar de um assunto extremamente curioso e interessante! Como descobrir os melhores lugares do mundo para tirar férias, morar, trabalhar ou, até mesmo, encontrar o amor.

Você já reparou que existem pessoas que são fascinadas pela cultura de um país? Ou até mesmo você, pela gastronomia, pela música, história, arquitetura e estilo de vida sem NUNCA ter estado lá? É até comum fazermos brincadeiras dizendo “acho que nas vidas passadas eu era desse lugar.” E o que isso tem a ver com a Astrologia? Explicamos para você!

Existe uma técnica astrológica, chamada Astrocartografia, que define muito bem as sensações e experiências que determinadas regiões do mundo transmitem para você. Trata-se de uma técnica que traça as linhas planetárias distribuídas pelos continentes a partir da sua data de nascimento. Dessa forma, em algum lugar você pode ter a linha de Vênus passando pelo seu Ascendente. Caso você visite este lugar, você pode ter uma sensação poderosa de gratidão pelas experiências tão agradáveis pela qual você passa, pode ter uma apreciação natural pelo povo, pela cultura, ou uma sensação de prazer por simplesmente estar ali. Até a vida amorosa pode ser reativada. Por outro lado, também pode ocorre por exemplo a posição da linha de Plutão passando no meio do céu de determinado país ou região e aí a sensação é inversa. Você pode sentir receio, e ter uma sensação de ameaça em segurança naquele local, é um tipo de local onde se deve respeitar rigorosamente as leias, instituições e costumes pois as autoridades são sempre mais severas quando estamos sob essa linha de Plutão ou em relação a histórico, costumes e eventos relacionados àquela região.

Esse é mais um post da Márcia Mattos, da Cia dos Astros!

Quer saber mais sobre a Astrocartografia? Conheça o Curso de Formação em Astrologia da Cia dos Astros: www.ciadosastros.com.br

O enfrentamento de crise, sua recuperação e a Casa 8

Em alguns momentos da vida somos pegos por uma crise, todos passamos por isso em alguma área da vida. Existem pessoas que têm capacidade não só de enfrentar uma crise, um estado crítico de saúde, ou de natureza financeira ou amorosa com uma disponibilidade e força. Essas pessoas também apresentam uma capacidade de se recuperar muito facilmente. Elas recrutam seus recursos e, em poucas semanas, retomam a vida.

Por outro lado, existem pessoas que prolongam a crise. São pessoas que passados alguns anos ainda estão mergulhadas nas mesmas questões que a derrubaram há muito tempo atrás. Geralmente, elas permanecem sob o impacto da crise e de seus efeitos, não conseguem transformar a situação ou se transformar dentro da situação e permanecem num estado de reclamação ou paralisadas.

Essas duas posturas diferentes podem ser identificadas no mapa natal de uma pessoa. Dependendo dos planetas que se tenha na Casa 8– responsável por descrever as situações de crise bem como sua natureza e o comportamento do indivíduo – a postura da pessoa tende mais para se recuperar facilmente ou, ao contrário, mergulhar na crise mesmo e prolongá-la por anos. Por exemplo, se você tem Marte na Casa 8 você é uma pessoa que enfrenta a crise e, por vezes, até se antecipa a ela. Toma medidas ativamente com coragem, rapidez, agilidade e dá sequência a uma outra etapa da sua vida muito facilmente.

Outro exemplo é Saturno na Casa 8, que é o inverso. A pessoa faz de tudo para se prevenir da crise, se antecipa, planeja, programa e etc, mas se a crise surge a pessoa tende a ser tomadas pelo pessimismo, pelo medo e paralisia. Com isso, a pessoa acaba prolongando a fase da recuperação, chegando a acreditar (de forma negativa) que elas não vão conseguir uma nova chance.

Pessoas que têm tem Vênus na Casa 8, por exemplo,  podem ficar apegadas a situação anterior (geradora da crise). Dessa forma, demonstram dificuldade em dar fim a uma etapa e seguir com a vida. De novo, ficam amando o que foi embora.

Viu como a posição dos planetas na Casa 8 pode influenciar o seu comportamento diante das crises? Esse é um post de Márcia Mattos, da Cia dos Astros.

Nada como um bom fim para um bom começo

Luto, Crise e Transformação, de Márcia Mattos

O movimento de declínio é pela vida e não para a morte, pois no recolhimento a vida se reforça. No entanto, o ser humano, no seu desespero, vê o contrário. O homem identifica o declínio, o fim, com a morte. Mas nada como um bom fim para um bom começo. Um fim “médio” significa que não foi um bom começo, nada começa. Quanto mais pudermos ser radicais nos nossos fins, mais renovador, mais vital será o começo. Só quem vive o luto é que vive o renascimento.

É complicado, pois existe o medo do luto, de decretar este fim, então preferimos viver o fim “médio” e nisso, esse outro fruto não nasce. Sendo que este fim médio, não se confunde com a pausa, pois já está na hora do ciclo ter um fim, mas você prefere ficar prolongando a vida do ciclo por causa do medo de pôr um fim. Exemplo: Alguém tem uma firma que já tentou de tudo para levantar os lucros, mas só tem prejuízo. A pessoa se exauriu de todas as possibilidades. Mas vai deixar ela aberta mesmo assim, só umas duas vezes na semana.

Nessas situações, em que não temos coragem de encerrar o que sabemos que deve ser encerrado, ficamos presos e não conseguimos começar coisas novas. Na hora de encerrar algo de fato, devemos cortar “o cordão umbilical” de vez. Término é término. Caso haja postergação do processo, não conseguiremos terminar e, portanto, aquilo que viria ressignificar nossa vida, não virá. Só se termina alguma coisa esgotando, encerrando, indo até o fim daquilo. Quando encerramos algo de fato, a energia que surge é a mesma que existia no início.

Ao decidirmos terminar algo, é necessário um distanciamento real. É diferente se o acaso lhe levar a reencontrar aquela situação ou pessoa em questão, pois já haverá acontecido uma transformação natural. A transformação se dá no “escuro”. Existe o distanciamento necessário, como, por exemplo, acontece na reabilitação em caso de dependência química. A pessoa deve sair do meio que alimenta aquele hábito, situação, comportamento, para se afastar dessas energias e alimentar uma nova vida.

A​ ​conscientização​ ​através​ ​de​ ​Plutão

Luto, Crise e Transformação, de Márcia Mattos

Plutão pode ser o planeta que oferece essa dica, pois ele fecha um ciclo e abre a porta para outro. É ele o responsável por obrigar a renúncia da fase anterior: à força ou por bem. É o planeta que nos mostra o quê morreu na nossa vida.

A cada 10 anos, Plutão faz aspecto com ele próprio no nosso mapa. Então, de 10 em 10 anos, teremos esses ciclos, essa necessidade de rever os assuntos, as circunstâncias da nossa vida e nos desidentificar com aquilo que já perdeu seu significado. Esse processo é sempre difícil, pois ele se assemelha à morte física, sendo necessário um luto a cada vez.

A partir da quadratura de Plutão com ele mesmo (o que na geração atual tem acontecido pelos 36, 38 anos), é o momento ideal de começar a se contar esses ciclos de 10 em 10 anos. Isso porque, antes dessa idade, em geral, não se possui vivência suficiente, consciência suficiente pra entender esse processo. Antes disso, ainda somos onipotentes, ou seja, achamos que podemos fazer qualquer coisa a qualquer hora. A partir daí, percebemos que não é bem assim, que algumas coisas já não podemos mais fazer, passou o momento, outras ainda podemos correr atrás, outras estão perdidas. Ou seja, Plutão nos faz perceber, em determinados momentos, que certas coisas terão que ficar para uma próxima encarnação, pois criamos consciência de que não está mais ao nosso alcance. Ao contrário, faz perceber que algumas coisas precisamos ainda nos esforçar para resolver nessa existência.

Devemos começar a ter consciência de que alguma parte da existência não vai acontecer. De tudo que foi programado do plano original, alguma coisa vai ficar de fora. É o limite possível daquilo. Exemplo: a pessoa tem quarenta e oito anos e ainda não teve filhos, já está atrasada para correr atrás. É necessário fazer uma conta por volta dos cinquenta anos para saber o que vamos deixar de débitos para a outra vida. O que chegou ao limite e não poderá ser mais feito. Nessa idade, vamos conseguir aguentar o saldo negativo que, com certeza, quando mais novos não conseguiríamos. Se essa conta não for bem feita, a vida será bem mais difícil, amarga, serão contas que não aguentaremos pagar. Ficar remoendo o que deveríamos ter feito e não fizemos, não adianta. Temos que viver o momento, estamos no ponto do ciclo que corresponde à nossa realidade.