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Pares de Planeta: Sol e Lua

Você já parou para pensar em como é interessante a compreensão de algo a partir do seu oposto? A partir de hoje, você acompanhará uma série de 3 posts comparando alguns pares de planetas.

Existem alguns planetas que têm naturezas opostas, como é o caso do Sol e a Lua. Depois você terá acesso a Vênus e Marte e, posteriormente, Júpiter e Saturno.

O glifo (símbolo) do Sol é representado por um olho, um círculo com um ponto no meio. A Lua, por sua vez, é como se fosse um olho meio fechado. A partir daí é possível identificar algumas diferenças entre esses planetas. Por exemplo, o Sol tem a ver com claridade e iluminação. A Lua, com penumbra ou com aquilo que está escuro.

Todo imaginário diurno, que tem a ver com consciência, clareza e racionalidade dialoga com o Sol. Enquanto isso, a Lua se relaciona com o imaginário noturno, com a inconsciência, com os instintos e a subjetividade. A Lua representa o modo como você reage emocionalmente, o Sol à forma como você age.

Ambos os planetas, Sol e Lua, regem ciclos da natureza. O Sol rege os ciclos “objetivos” ou cronológicos, como os anos, meses e estações do ano. A Lua tem a ver com o tempo subjetivo e relativo. É um tempo que se refere a “idas e vindas”, muito mais ligado a reações emocionais do que à cronologia do tempo em si (Sol). Você irá notar isso observando as fases lunares, que marca o sobe e desce das marés e demais líquidos do corpo, da menstruação e dos humores, ou seja, um lado muito mais reativo do que a objetividade do Sol. Enquanto o Sol é o tempo objetivo e cronológico, a Lua é o tempo emocional, causado por impressões.

Outra questão bastante interessante ligada ao Sol é a sua previsibilidade. O planeta se relaciona com tudo aquilo que é claro e cristalino. Já a Lua representa a imprevisibilidade das ações, daí o termo lunático. A imprevisibilidade, portanto, é uma questão, lunar. Se o Sol é claro e cristalino, a Lua é aquilo que é subjetivo, pouco claro ou dúbio (variável – pode ser ou pode não ser), tal que a visão que temos ao caminhar sob o lusco fusco noturno.

Em Astrologia o Sol rege o vigor, a saúde, a energia e a vontade. Aquele sentimento de querer algo e ir em busca para fazer acontecer. Essa vontade dirigida é uma questão Solar, representa a parte ativa ou pró-ativa das pessoas. Isso explica, astrologicamente, a energia de uma pessoa. Isto é, dependendo do signo no qual o Sol está no mapa natal o indivíduo tende a ter mais ou menos energia e/ou disposição. A energia é influenciada pelo modo como a pessoa vive, ou seja, se ela segue ou não a essência daquele signo. Exemplificando:

Se você tem o Sol em Virgem, por exemplo, sente a necessidade de ter as coisas em ordem para viver bem. Se você tem o Sol em Leão você precisa perceber que é importante.

O Sol é a atividade, enquanto a Lua é passividade e o sonho. É por isso que dentre outras coisas, a Lua em Astrologia mundial significa o povo. Já que o povo é o passivo em relação ao Sol, o governante.

O Sol pode significar também a visão e, por isso, problemas no mapa natal relacionados ao Sol podem indicar problemas de vista. O Sol também representar o olho dominante, enquanto a Lua, por sua vez, representa o olho não dominante ou a visão do olho esquerdo, ou seja, o olho passivo.

A Lua na astrologia também se refere à maternidade, ao útero, à proteção e a alimentação, tanto física quanto emocional. Isso explica a relação de mãe e bebê, através do leite. Além disso, ela também fala de variações de humor, TPM, histeria, imprevisibilidade, e reatividade emocional.

Curtiu esse conteúdo? Continue acompanhando o blog, em breve o assunto será o par de planetas Vênus e Marte!

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Memórias do ponto de vista astrológico

Há basicamente três níveis de memória do ponto de vista astrológico, baseados na Lua, em Mercúrio e em Saturno.

A Lua no mapa astral, por exemplo, representa as emoções. Por isso, quando o assunto é memória, ela fala de tudo ligado às emoções e impressões recebidas, de alguma forma, que ficaram gravadas em nós. Quando vivemos uma situação é a Lua que registra tudo o que foi sentido e despertado por determinado tipo de acontecimento.

A memória relacionada a Mercúrio é completamente diferente da memória relacionada à Lua. Quando falamos da memória de Mercúrio, falamos de uma memória isenta de emoções. Em primeiro lugar, Mercúrio rege os signos de Gêmeos e Virgem. Quando nos referimos à memória mercuriana de Gêmeos, estamos falando de todas as informações que captamos, guardamos e recorreremos, quando necessário. Quando se estuda para uma prova, por exemplo, é Mercúrio que cataloga as informações. Além disso, ainda pelo lado de Gêmeos, também existe a memória dos deslocamentos, ligada aos nomes das ruas, das pessoas, dos caminhos pelos quais percorremos, quais são mais rápidos, etc. Isso também tem um pouco a ver com Virgem, muito embora a curiosidade de buscar a informação seja de Gêmeos.

Do ponto de vista da memória mercuriana de Virgem, podemos relacionar à precisão ou inteligência do movimento, entre outras coisas. Basta pensar numa pessoa que realiza movimentos mínimos e precisos, como um pianista, por exemplo. Aqui vamos encontrar a técnica do pianista que estuda uma obra e sabe qual a movimento que deve ser executado a cada milisegundo para tocar a nota desejada. Além disso, Mercúrio do ponto de vista Virgem está ligado a forma como se guarda a memória, ou seja, toda vez que se executa algum movimento automático, desde escovar os dentes até coisas mais complexas do cotidiano, isso está ligado a Mercúrio. Dessa forma, a inteligência de Mercúrio identifica o caminho, a sequência e o movimento mais rápido e eficiente a ser realizado.

Já a memória ligada a Saturno funciona por acumulação de experiências. Trata-se de uma memória que acumula erros e acertos ao longo da vida e que permite identificar o que foi feito corretamente ou não. Às vezes, essa memória tem a ver com experiências muito dolorosas, já que Saturno busca excelência, e, portanto, é muito crítico com os erros, o que pode nos travar, por assim dizer, deixando um rastro de preocupação ou insegurança de fazer e dar errado novamente. O que pode ser feito, então? Podemos usar a experiência passada para fazer algo diferente e melhor.

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Efeitos dos eclipses na nossa vida

Desde a Antiguidade, os eclipses sempre despertaram o interesse e a curiosidade das pessoas. Nessa época se atribuía a eles um efeito demoníaco. Por isso mesmo, era comum que as pessoas temessem os efeitos dos eclipses durante a sua vigência.

Mesmo na atualidade, com informações científicas e astronômicas sobre os eclipses, ainda tem muito mistério envolvendo os impactos deles na vida das pessoas.

Os eclipses ocorrem durante a Lua nova e a Lua cheia. O eclipse lunar ocorre na Lua cheia, enquanto o eclipse solar ocorre na Lua nova. Os efeitos dos eclipses são basicamente o ocultamento, ou seja, o obscurecimento da luz. Isso indica que algo na vida da gente pode sair de cena, tendo sua importância e presença reduzidas ou desaparecendo completamente.

É muito difícil uma pessoa ganhar destaque durante a vigência de um eclipse. Por isso, se a situação é de declínio,ostracismo, perda de força ou importância, é bem difícil revertê-la nesse período e ganhar brilho e proeminência. Não se deve também lançar eventos e negócios entre eclipses, já que esta fase que os cerca diminui a chance de visibilidade à atividade ou ao empreendimento, pelo contrário, pode até ser ofuscado por outra atividade ou acontecimento.

Outro efeito importante do Eclipse é o de decisão. Todo eclipse decide alguma situação que vinha se arrastando ou se encaminhando para um desfecho. A situação acaba estourando não havendo mais a possibilidade de ser contido, porque passou do ponto que era possível de se administrar. Por isso, não se deve entrar em um eclipse mergulhado numa situação limite de nenhuma natureza, seja ela pessoal, emocional, relacional, de saúde ou financeira.

Outro efeito do eclipse é o de inversão. Como assim? Alguma situação vinha em uma determinada direção ou tendência e atinge um pouco em que ela se inverte, ou seja, quem estava por baixo acaba mudando de direção e entrando em um período de ascensão, e quem estava subindo acaba indo para baixo. Quem estava ausente acaba aparecendo e quem estava presente se ausenta.

Já no Eclipse lunar, se sugere que a pessoa reforce seu lado emocional, já que as emoções estão mais vulneráveis e sensibilizadas durante sua vigência. Caso tenhamos que lidar com uma situação difícil, e negligenciarmos o lado emocional, pode haver um grande desgaste. Por isso, é necessário entrar em um eclipse lunar com uma folga dos problemas que nos abatem e com certa reserva e “limpeza” emocional pré-eclipse.

Já o eclipse solar afeta mais a vitalidade, o vigor e a disposição. Por isso não se deve entrar nesse período com aquele sentimento de exaustão, sem a folga de energia necessária  para que haja uma revitalização.

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